segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Lana Del Rey estourando em sucesso


Lana del Rey é uma cantora nova iorquina de apenas 25 anos de idade e que de repente bombou em todas as rádios nacionais. Parece que foi ontem que saíram os primeiros rumores que ela viria para o Brasil, cantar em São Paulo. Fãs já juntavam suas economias e investigavam por passagens na internet para viajarem, enquanto aguardavam ansiosamente a data dos shows. Mas pouco tempo depois, veio a confirmação: Belo Horizonte também seria privilegiada com a voz serena e doce da cantora. Como se trata de uma artista não muito reconhecida, podemos considerar que foi uma grande surpresa ela vir para BH, uma vez que, artistas internacionais costumam se limitar apenas à Rio de Janeiro e São Paulo.

Quando a tão esperada semana chegou, já haviam fãs acampados na porta do Chevrolet Hall, local onde aconteceria o show. O dia da apresentação foi muito tumultuado, choveu muito durante toda a tarde e na hora da entrada foi uma confusão inacreditável. Quando abriram o portão, uma multidão jogou muitas pessoas no chão e algumas até ficaram feridas.

Depois do show de abertura que pareceu durar uns dois dias para os fanáticos, a banda da Lana entrou num palco esplendoroso, todo cheio de palmeiras e alguns (muitos) minutos depois entrou a verdadeira razão para qual todos estavam ali: um cabelo maravilhoso solto, usando um vestido de renda branco e um sorriso impecável. "Não consigo descrever o que eu senti quando ela entrou no palco, foi a melhor energia do mundo ver todo mundo gritando e saber que eu estava prestes à ouvir ao vivo as músicas que são praticamente a trilha sonora da minha vida." nos contou Juliana Baetta, uma grande fã da cantora.

Lana começou o show com "Cola" e logo depois com "Body Eletric", humilhando qualquer artista no quesito de afinação vocal. Ela deu um show nos agudos com sua voz angelical. Além disso, se mostrou de uma humildade enorme e foi muito carinhosa com os fãs: desceu para a grade, tirando fotos com eles e beijando-os. Nunca tirando o sorriso do rosto; não só Lana, mas cada integrante da banda tinha um estampado durante todas as músicas, quando viam o quanto eram reconhecidos, enquanto a plateia cantava as músicas inteiras.
                                       Foto do Chevrolet Hall, instantes antes do início do show.

A cantora que nunca havia cantado "Off To The Races" na turnê, escolheu justo aqui para estreiar sua performance. O show foi incrível, os arranjos musicais foram perfeitos e o publico ficou incontrolável. Além de inconsolável, claro, porque sabiam que duas horas de show foram pouco para um grande talento que estava bem ali, no palco. O público brasileiro é sempre bastante caloroso e para a sorte dos fãs, Lana voltará e com o mesmo sorriso radiante.

Nos Romances de Nicholas Sparks

    Escritor romancista norte Americano e de grande renome no Brasil, Nicholas Sparks tem se tornado cada vez mais querido entre pessoas de todas as idades, em especial mulheres jovens. Com mais de 80 milhões de livros pelo mundo, Nicholas tem suas obras traduzidas para mais de 70 países e cerca de 8 adaptações para o cinema. 

    Muitos dos que nunca leram seus livros, ao assistirem os filmes nos telões, correm para as livrarias, a fim de descobrir mais detalhadamente a história de amor do casal, que possui um final - quase sempre - feliz. Seus livros possuem enredo e destinos um tanto quanto previsíveis. Sempre há um "mocinho" e uma "mocinha" sendo ela aquela desiludida do amor e rebelde, e ele sendo  inconsequente e extremamente autoconfiante.

    Isso tudo é gerado para que o jovem custa a conquistar a mocinha, que nutrirá por ele um amor difícil, fazendo com que ambos tenham de "suar a camisa". Geralmente as histórias se passam em cidades do interior, onde o foco principal sera o modo ingênuo com o qual o nativo lida com outras pessoas, o que provocará entre o casal momentos de ódio e de amor que renderão situações leves e bem humoradas. 

    Ao longo da história, os dois irão se apaixonar perdidamente, no entanto nada será tão fácil como eles esperavam. Separações ocasionais, doenças, guerras, trabalho, serão algumas das coisas que frequentemente limitarão o amor do casal. Mas tudo isso tem um lado extremamente positivo e provavelmente seja por causa desse lado, que muitos por ai se interessam pelos livros. 





    O "inimigo" na situação, nunca se trata de outro homem ou outra mulher, e sim do tempo, do destino, de problemas que aparecem ao longo do tempo na frente dos personagens. A distância ou até mesmo os desentendimentos são ocasionados por fator normais e comuns na vida de qualquer ser humano. 
Como cenário final, não importa se o casal está junto ou separado, o amor dos dois será sempre inatingível, de modo que nos passe a mensagem de que não importa o modo como o relacionamento segue, se existir amor de verdade, o mesmo irá conseguir transpor qualquer barreira. Nicholas consegue de um jeito fantástico, fazer histórias de amor como contos de fada, onde os leitores possam sonhar e se identificar com os personagens.

    Colocar nos livros todo tipo de emoção, dá a eles um ar memorável e faz com que os dilemas pareçam reais, assim como a vida de todos aqueles que os leem. Quase todos os personagem possuem um ar autobiográfico, pois Nicholas utiliza de características suas e de sua família para se inspirar na criação dos mesmos.

    Talvez um dos principais motivos para que Nicholas escreva tantos romances parecidos seja o simples fato de que a fórmula dá certo. O simples fato de que no mundo em que vivemos, todo mundo precisa de pessoas com quem possam contar, pessoas com quem possam compartilhar todo o tipo de sentimentos, pessoas que sejam capazes de se comprometer, entregando um ao outro todo o seu coração. E é nos livros do autor, que grande parte da sociedade acha a esperança de encontrar essas pessoas e o conforto necessário para encarar a vidas e suas dificuldades.

     Algumas de suas principais obras são: Um amor Para Recordar, Diário de Uma Paixão, Querido John, Noites de Tormenta, Um homem de Sorte... Entre tantos outros. 







domingo, 17 de novembro de 2013

O preço do Amanhã

  In time, ou melhor traduzido, "O preço do Amanhã" já é bem resumido em seu título no sentido literal. A moeda desse novo mundo é o tempo, e após os 25 anos o tempo de cada pessoa passa a ser contado. Cada minuto ganho é um perdido.

  O filme é estrelado por Justin Timberlake ( Will Sales), Amanda Seyfried (Syvia) que juntos tentam destruir o sistema que funciona dependente da morte de pessoas pobres ( que não possuem tempo). Juntos, batalham para que pessoas não morram por não ter tempo o suficiente para sobreviver, porque há tempo para todos.




  O pensamento de como deveria ser esse " mundo" pode ser relacionado a um pensamento socialista, onde todos devem ter as mesmas oportunidades, como é descrito em uma das falas de Will sales do filme: " A verdade é que, há tempo mais que suficiente para todos". 
  O filme fictício é bastante inteligente. O diretor consegue fazer com que o público entenda perfeitamente como funciona o sistema de " relógio" localizado no anti-braço de cada personagem da obra, como é feito os roubos, pagamentos, como pessoas morrem etc.

A emocionante história é repleta de perseguições contra o casal que deseja mudar o mundo, que funciona de um modo capitalista, onde "apenas os poucos podem ter muito". Nesse futuro próximo, o tempo é a coisa mais importante.

A trilha sonora de The O.C.

The O.C. foi uma das séries adolescentes de maior audiência nos Estados Unidos. Em pouco tempo, conquistou milhares de fãs que se apaixonaram pelas histórias dos moradores de Orange County. Um fator importante para tamanho sucesso, foi a sua excelente trilha sonora. A série era famosa pela capacidade que tinha de escolher músicas que se encaixavam perfeitamente nas cenas. A canção tocada na abertura, “California”, da banda Phanton Planet, por exemplo, virou sucesso mundial e é até hoje lembrada por qualquer um que tenha assistido à série. A segunda temporada foi responsável pela introdução de várias bandas, na época desconhecidas, devido à criação do bar fictício da série, o Bait Shop. O local era ponto de encontro dos personagens durante quase todos os episódios da temporada e foi palco de bandas como The Killers e Death Cab For Cutie – até então no início de suas carreiras. Para matar um pouco a saudade, fiz uma lista relembrando os melhores momentos musicais da série. Californiaaa here we come!


  • Something Pretty - Patrick Park

A canção Something Pretty, de Patrick Park, foi tema de uma das minhas cenas preferidas da série. Após muita confusão, Seth e Summer finalmente começam a namorar, entretanto ela não se vê pronta para assumir que está apaixonada pelo nerd. Seth, então, cria coragem e faz uma linda declaração de amor para Summer na frente de toda a escola. 


  • Dice - Finley Quaye

É ano novo em The O.C. e as demonstrações de amor rolam soltas no episódio. Ryan corre para encontrar Marissa antes de meia noite e falar o tão esperado “eu te amo” para a amada. Kirsten e Sandy reencontram a felicidade após brigas no casamento. Anna começa a namorar Seth, enquanto Summer percebe, tarde demais, que também está apaixonada pelo nerd. Tudo isso acontece ao som da música Dice, do britânico Finley Quaye.


  • If You Leave - Nada Surf
















Summer sempre foi a paixão de Seth, quanto a isso não havia dúvidas, mas Anna foi a primeira companheira dele. Esta cena marca um momento importante na vida de Seth, pois agora ele terá que seguir em frente sem a ajuda de sua melhor amiga, que fez com que ele se tornasse uma pessoa bem mais confiante. Nos minutos finais do episódio, Seth resolve correr atrás de Anna no aeroporto e tentar impedir que ela vá embora. A música If You Leave se encaixa perfeitamente no momento e torna a cena ainda mais emocionante.


  • Wonderwall - Ryan Adams (cover)
















O cover da canção Wonderwall feito por Ryan Adams foi tema dos minutos finais do episódio “The Heartbreak”, especial do dia dos namorados. Na cena, Summer e Seth dançam ao som da música, marcando o inicio de seu namoro. Enquanto isso, Marissa e Ryan protagonizam mais uma de suas inúmeras brigas, desta vez, devido às confusões causadas pelo personagem Oliver.


  • Speeding Cars - Imogen Heap
















A tão esperada formatura dos nossos queridos protagonistas marcou o episódio final da terceira temporada. A cena é linda e Taylor faz um emocionante discurso ao som da música Speeding Cars, de Imogen Heap.


  • Champagne Supernova - Oasis
















Esta é talvez uma das cenas mais icônicas da série. Seth e Summer estavam separados desde a primeira temporada, mas nesse dia de chuva – sim, nunca chovia em Orange County – o universo conspirou a favor dos dois e as coisas começaram a mudar. Summer estava prestes a embarcar em um avião para a Itália com Zack (seu namorado na época), enquanto Seth estava em casa deprimido por ter perdido a amada. Tudo parecia estar dando errado, o voo dela é adiado, e ele cai do telhado tentando consertar a antena da TV (usando uma máscara do Homem-Aranha para se proteger da chuva). Finalmente, nos minutos finais do episódio, Summer desiste de viajar e decide correr atrás de seu verdadeiro amor. Quando chega à mansão, já ao som da belíssima “Champagne Supernova”, os dois protagonizam um dos momentos mais marcantes da série ao recriarem o famoso beijo na chuva do Homem-Aranha.


  • Hide and Seek - Imogen Heap
















Uma das cenas mais marcantes da série ocorreu no episódio final da segunda temporada ao som da música Hide and Seek. Ryan descobre o que Tray fez com Marissa e inicia uma briga com o irmão. Muitos socos e sangue derramado acabam resultando no surpreendente final, em que Marissa, sem ação, atira em Tray para proteger o namorado.


  • Hallelujah - Jeff Buckley  


O último episódio da primeira temporada é marcado por um dos momentos mais emocionantes da série, quando Ryan está voltando para Chino.  Ao som de Hallelujah, podemos ver todas as consequências que isso gerou na vida de cada personagem. Marissa voltando a beber, Kirsten chorando enquanto arruma a cama de Ryan, e a linda cena de Seth fugindo de barco. Um final marcante para a melhor temporada da série.


  • Fix You - Coldplay

A música Fix You, da banda Coldplay, foi tema dos minutos finais do episódio 23 da segunda temporada. Na cena, Seth surpreende Summer ao aparecer no baile da escola e os dois voltam a ficar juntos, enquanto isso, Ryan e Marissa finalmente se entendem após brigas no relacionamento. Tudo parecia estar indo bem quando acontece um dos momentos mais chocantes da temporada: a morte inesperada de Caleb Nichol.



  • Life is a Song - Patrick Park
















No último episódio de The O.C. tivemos os minutos finais embalados pela maravilhosa canção de Patrick Park, Life Is a Song. As lágrimas já começam a escorrer nos primeiros segundos da música e é difícil controlar a emoção sabendo que se trata dos minutos finais da série.  A cena mostrou um pouco de como ficou a vida dos nossos queridos personagens no famoso “algum tempo depois...”. O tão esperado casamento de Seth e Summer, Sandy se tornando professor, Julie finalmente virando independente, Kaitlin indo bem na escola e, por fim, um dos momentos mais bonitos da série, em que Ryan encontra um menino na rua e oferece-o ajuda, recriando o momento em que Sandy o leva para casa no primeiro episódio. 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Truque de Mestre

  Dirigido por Louis Leterrier, o filme "Truque de Mestre" chamou atenção do público principalmente pelo seu elenco. Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Isla Fisher, Morgan Freeman e Michael Caine estrelaram um filme de 4 ilusionistas, que ao serem convocados por uma organização misteriosa chamada " O Olho",  se juntam formando uma equipe, The Four Horsemen. 

Os quatro Cavaleiros  apresentam um show cheio de ilusões, com o objetivo de roubar enormes quantias de dinheiro e repassá-las para sua plateia que foram vítimas de grandes perdas. Os ilusionistras deixam o FBI de pernas pro ar com seus truques para fugir da polícia. Morgan Freeman então, é contratado para revelar os segredo dos jovens mágicos e serem finalmente presos.


The Four Horsemen
Ja nos primeiros minutos, " Truque de Mestre" mostra que não é um filme sobre mágicas comuns. Alguns exemplos disso são: a cena da fachada de um prédio que se transforma na carta secretamente escolhida pelo público, a fuga misteriosa e dramática de um tanque cheio de piranhas e o suborno decorrente de uma hipnotização bem sucedida.



 O que se pode esperar do filme pelo elenco que ele tem, é que ele é excelente. Mas, você pode ser ate surpreendido, porque " Truque de Mestre" é um filme sem defeitos! A trama é incrível, totalmente impecável onde todo detalhe é importante para o filme ser compreendido. A história muito bem contada, cheia de surpresas e reviravoltas, sem contar no final completamente inesperável, que faz com que o público queira ver o filme de novo.

Confira o filme no Net Now, ou nesse site http://megafilmeshd.net/truque-de-mestre/



Hart of Dixie: 3x05 - How Do You Like Me Now


wade kinsella, wilson bethel, zoe hart, rachel bilson

[Contém spoilers]

Que episódio excelente! Talvez o melhor desta temporada, recheado de humor e fofuras vindas do povo de Bluebell. Amei, sem mais! Como eu disse na minha última crítica, a série começou meio devagar e demorou para decolar nesta terceira temporada, mas a evolução é clara e os episódios estão se mostrando melhores a cada semana.

Como gostei tanto do episódio, vou começar falando da única coisa que não me agradou: a trama de George e Zoe. Sinceramente, não entendo porque os roteiristas continuam insistindo nessa tecla até hoje, todo mundo sabe que os dois não tem nenhuma química juntos e formam o casal mais sem graça da história do Alabama. Já tentaram juntá-los na primeira temporada, não deu certo, o mesmo aconteceu na segunda, e mais uma vez George foi jogado para escanteio. O fato é que ele e a doutora não funcionam juntos, nem mesmo como amigos, porque até assim os dois conseguem me deixar irritada. Antes o Joel do que o George, se é que isso é possível de acreditar. Ao invés de trazerem a tona essa história chata e repetitiva, deveriam investir mais no relacionamento da Zoe com o Wade, pois esse sim é bem vindo. E como o cowboy sabiamente disse, está bem claro que a doutora ainda é apaixonada por ele. Além do mais, é isso que os fãs querem, não custa nada conceder isso à eles.

Tirando a história desnecessária de Zoe e George, o resto do episódio foi praticamente perfeito. Imaginem a minha alegria quando vi o Meatballs de volta! Todo trabalhado no romantismo. Amei ele se declarando para a Lemon, foi a coisa mais fofa. Ainda tenho esperanças de que os dois fiquem juntos. Seria muito legal se eles superassem o preconceito e provassem que duas pessoas completamente diferentes também podem ser felizes. Além do mais, eu adoraria ver a série quebrando esse esteriótipo do príncipe encantado. Já está mais do que na hora de termos um protagonista que foge completamente dos padrões de beleza impostos pela sociedade, e ninguém melhor do que o Meatballs para fazer isso. Mostraria muita coragem por parte da série.

A trama principal do episódio se resumiu na preocupação da Zoe à respeito de uma pesquisa que dizia que somente 13% das pessoas de Bluebell achavam que Joel fosse o cara certo para ela. A doutora, então, passou o dia todo tentando fazer o povo da cidade gostar de Joel e apoiar eles como um casal. Achei legal terem abordado esse tema, pois assim como as pessoas de Bluebell, a maioria dos fãs da série também não acham que a Zoe deva continuar com o Joel (eu incluída). Portanto, foi como se os roteiristas estivessem tentando nos provar o contrário, nos mostrando durante todo o episódio que Joel é, sim, um cara legal. Por fim, a cidade acabou se simpatizando com ele, e eu diria que eu também. Não estou dizendo que eu amo ele agora, mas não houve nenhum momento neste episódio que eu tenha desejado a sua saída da série.

O episódio foi repleto de cenas cômicas, tudo bem que isso acontece quase sempre, mas esta semana foi mais do que o normal. Não vou citar todas, mas só pra constar, morri de rir vendo o Wade comendo pipoca com as meninas do acampamento enquanto esperava o Joel descer  na tirolesa. Falando nisso, essa ideia do acampamento foi ótima! O que tinha tudo para ser um simples passeio na floresta acabou se tornando o cenário perfeito para diversas situações engraçadas.

Lemon, como sempre, protagonizou ótimas cenas no episódio. Desta vez, a personagem foi alvo de piada entre suas amigas, pois todas acharam que ela estava inventando outro namorado falso. Sendo assim, ela acabou pedindo a ajuda de Lavon que iniciou uma investigação à procura de informações. Aquele detetive da cidade é muito engraçado, já havia comentado sobre ele aqui antes, e desta vez ele até se mostrou muito útil e ajudou Lemon a provar que Peter não era apenas fruo de sua imaginação. Apesar dele ser super lindo e charmoso, apoiei a Lemon em sua decisão de não ir atrás do rapaz. Contudo, fiquei triste pois realmente tinha gostado dele e achei que ele tinha vindo pra ficar.



Me surpreendi muito com o episódio, de verdade. Foi tão bom que nenhum personagem conseguiu me irritar, nem mesmo a Lynly, e olha que isso é quase um milagre. Ok, o George me irritou, mas isso acontece desde o primeiro dia em que ele apareceu na série, então já considero rotina. As tramas vem evoluindo e isso acaba resultado na melhora dos personagens. Todos tiveram destaque neste episódio, com direito a plots engraçados e interessantes.




Um Porto Seguro

   O filme "Um Porto Seguro" é mais um romance de Nicholas Sparks, lançado em 2013 e dirigido por Lasse Hallstrom o qual já havia trabalhado com o escritor em "Querido John".

   O filme segue a história de uma mulher chamada Katie (Julianna Hough) que devido a traumas recentes decide fugir para Atlanta com o objetivo de recomeçar sua vida, mas ela acaba parando em uma cidadezinha chamada Southport, na Carolina do Sul. Lá se envolve com um pai de família viúvo, Alex (Josh Duhamel). Katie apesar de ter tentado não se envolver com ninguém devido as falhas do seu passado, a cada passo da história ela apaixona mais por Alex e sua família.
 
 A obra não foge muito do "padrão" de historias de Sparks. A maioria, gira em torno de um certo tipo de "porto seguro" (como diz o título), onde os personagens se apaixonam sem preocupar com nada e se envolvem em uma historia certamente irreal. Porém, não é por isso que deixa de ser um filme lindo e emocionante. Como primeira impressão, temos que o mesmo será mais um romance água com açucar, mas a quebra de expectativas quando um trama policial é envolvido durante a narrativa, nos faz nos envolver bastante com a história e realmente torcer pelos personagens, como todos os filmes bons fazem.