terça-feira, 19 de novembro de 2013

Hart of Dixie: 3x06 - Family Tradition



[Contém spoilers]

Já era de se esperar que, após o excelente episódio da semana passada, seria difícil para a série manter o ritmo. Mesmo assim, achei o episódio bem fraco. É triste, mas confesso que estou um pouco decepsionada com o rendimento desta terceira temporada. Sinto falta de plots mais elaborados, daqueles que nos prendem e nos fazem aguardar ansiosamente pelo próximo episódio. Talvez o que a série precise é de um casal protagonista que agrade os fãs e renda boas histórias. Eu sinceramente acho que os roteiristas de Hart of Dixie deveriam considerar trazer o casal Zoe e Wade de volta. Querendo ou não, os dois funcionavam bem juntos e foram responsáveis por melhoras significativas na audiência durante a segunda temporada. Bom, mas como simples espectadores, o que nos resta mesmo é torcer para que tudo dê certo e a série finalmente encontre seu caminho nesta temporada.

A trama central do episódio ficou por conta de Zoe Hart e seus problemas familiares. Esta semana, a doutora resolveu deixar o orgulho de lado e foi atrás dos seus parentes desconhecidos em Bluebell. Uma das coisas que não está me agradando nesta terceira temporada é o fato da Zoe estar protagonizando plots muito sem graça. Ela, como principal da série, sempre foi alvo das histórias mais interessantes e engraçadas. Entretanto, atualmente suas tramas vem sendo apresentadas de forma avulsa e sem muita conexão com a dos outros personagens. Hoje, é como se a série não tivesse mais um protagonista específico, todos possuem o mesmo destaque no episódio e suas histórias são apresentadas de forma individual.

A doutora não foi a única que enfrentou problemas familiares no episódio. Nossa querida AB também sabe bem o que é isso e entrou em desespero quando soube que seus pais iriam visitá-la. No início, achei que o grande problema era o fato de que eles não torciam para o mesmo time de Lavon, mas tudo acabou se resumindo em um golpe para convencer o prefeito a a pedir a mão de sua filha em casamento. Fiquei com pena da AB toda sem graça vendo os pais dela pressionando o Lavon daquele jeito. Mas no final ela acabou percebendo que na verdade era isto que ela queria: compromisso. Achei legal ela ter sido sincera com o Lavon e contado o que ela realmente esperava do relacionamento dos dois. Contudo, fiquei triste em ver que as coisas não estão boas para o casal, ambos são ótimos personagens e realmente espero que continuem juntos.

Como hoje estou inspirada com tantas reclamações, aqui vai mais uma: onde está o Dr. Brick nesta temporada? Ele apareceu somente em um episódio, teve uma excelente cena com a Zoe e nunca mais voltou. Gosto muito do personagem, de verdade. Tamanho destaque concedido à ele na segunda temporada foi mais do que merecido. Sinto falta de vê-lo na clínica trabalhando com a Dra. Hart. Já disse antes e repito, os dois formam uma das melhores duplas da série e possuem uma relação digna de ser explorada.

Enquanto alguns vem abandonando a série, outros finalmente mostraram a que vieram. Palmas para Joel e Lynly que, a princípio não haviam me agradado nem um pouco, mas agora estão começando a me provar o contrário. A grande surpresa ficou mesmo por conta de Joel. Por mais que eu tente lutar contra, tenho que admitir que ele vem se tornando um ótimo personagem. Apesar disso, preciso insistir no fato de que ele e a Zoe não funcionam como um casal. Seria melhor se ele fosse apenas um amigo da doutora. Não consigo aceitar o fato de que a Zoe e o Wade não estão nem perto de ficarem juntos novamente, e infelizmente isso é culpa do Joel.

 

E o último parágrafo já é sagradamente reservado para a nossa querida Lemon e seus plots que nunca decepcionam. Neste episódio, ela se viu em um dilema e precisou decidir entre continuar trabalhando no Rammer Jammer ou seguir seus sonhos de infância e comprar o Fancie's. Confesso que fiquei triste em vê-la abandonando a sociedade com o Wade. Os dois são uma excelente dupla e espero que isso não os impeça de continuarem tendo plots juntos daqui pra frente. A relação de amizade deles é sempre um ponto forte a ser explorado na série, por isso confio nos roteiristas para não separarem a dupla "Lemonade" só porque não trabalham mais juntos. A cena final dos dois foi talvez a melhor do episódio. Amei ver a Lemon falando que Wade é o melhor amigo que ela tem, enquanto ele mostrava que o sentimento é recíproco. Amei, sem mais! Afinal, são eles os responsáveis pela minha alegria a cada episódio e estão se tornando a salvação da série nesta terceira temporada.

Carrie - A Estranha

Será lançado no mês de Novembro no Brasil, o remake do filme Carrie, dirigido em 1976 por Brian De Palma. No primeiro filme, Brian se inspirou nas obras de Hitchcock, mantendo um climão tenso do começo ao fim e ignorando o universo adolescente no qual a trama esta inserido. O foco do enredo na verdade, era a paranormalidade da personagem principal. O filme é baseado no primeiro livro de Stephen King, e conta a história de uma adolescente que possui poderes telecinéticos (capacidade de mover as coisas apenas com o poder da mente), e que é atormentada, virando alvo de piadinhas ao menstruar pela primeira vez na frente de todo o colégio. 


Carrie tem uma vida difícil no colegial, onde todos riem dela, a acham esquisita, fazem sacanagem com ela (até mesmo na noite do baile da escola, quanto finalmente um rapaz parecia ter se interessado por ela). A mãe repressora é protagonizada por Julianne Moore, uma super atriz, que faz com que qualquer coisa de certo e que já foi indicada ao Oscar e Carrie é protagonizada por Chloe Moretz, uma atriz norte americana que esbanja beleza por todos os lados.   

O filme mistura dois gêneros bem distintos, sendo eles o terror e o outro um filme teen, aquele perfeito para muitas adolescentes que desejam encontrar nos telões, "dicas" para seguirem melhor suas vidas, esperando que tudo funcione como em um conto de fadas. Durante mais ou menos uma hora de filme nada de assustador acontece. O que rola mesmo é todo um drama, toda uma carga dramática causada nada mais nada menos do que pela própria mãe de Carrie. Julianne protagoniza uma mulher sinistra, fanática religiosa e cheia de transtornos psicológicos. E de repente : A cena do baile, que vale todo o dinheiro gasto nos ingressos, simplesmente porque é a parte em que Carrie se "desvenda", e a parte em que a garota que antes era enlouquecida, possuída e que não sabia o que fazia, se torna num piscar de olhos numa menina revoltada que curte cada momento de sua "doce" vingança. A história parece fazer mais sentido hoje do que antes. A mãe maluca e as situações um pouco extremas, as relações autoritárias entre pais e filhos, crianças vitimas e bullying e vários outro detalhes do filme estão constantemente ao nosso redor. A relação de Carrie com a realidade é justamente o mais assustador do filme e faz com que as pessoas saim do cinema com um astral não tão alto quanto o esperado. 



O mágico mundo de Corteo

Passando por todo o mundo, o espetáculo do famoso Cirque du Soleil chega em Belo Horizonte para apresentações do dia 19 ao 27 de outubro. Trata-se de um espetáculo de um mundo fantástico, onde tudo é muito grandioso e cada detalhe que compõe a peça é super importante. Uma exposição com o figurino da peça será colocada aberta ao público no Shopping Cidade, localizado no centro. A entrada é gratuita e vai até o dia 22 de setembro.

O espetáculo em si é repleto de surpresas. Como grande característica do próprio Cirque de Soleil, as diferentes apresentações dentro do show procuram interagir com o público, chamando até algumas pessoas para participações para lá de especiais. Além disso, os "palhaços" realizam manobras planejadas minuciosamente, para que a apresentação se torne impecável.



Cada acrobacia e salto faz o público duvidar da gravidade. Todos os movimentos são ensaiados freneticamente todos os dias, para evitar que na "hora H" ocorra algum desastre. As principais atrações são: vôo com balões sobre a platéia, o casal de anões, acrobacias sobre duas telas elásticas e o contorcionismo aéreo. Apesar da emoção muito grande transmitida à quem assiste, dividida em duas etapas, a exibição dura duas horas, mas contando ainda com um intervalo de meia hora, que tira um pouco do clima. Confira um trechinho que mostra um pouco de cada parte da peça:


Em Chamas

    Estreou nessa semana, Em Chamas, o segundo filme da trilogia de Jogos Vorazes. A saga trata-se de um romance para jovens adultos escrito pela norte americana Suzanne Collins. É no contexto de um futuro distante que se passa a história do primeiro filme. Boa parte de uma certa população é controlada por um regime  totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual  - e mortal - entre os 12 distritos sob sua tutela. A capital escolhe um garoto e uma garota entre 12 e 18 anos para competir no reality show de sobrevivência que da nome ao filme. Eles devem enfrentar outros 22 concorrentes até a morte, em uma arena controlada por seus governantes.

   O vencedor garante para seu distrito um bônus em suprimentos e regalias pelo próximo ano. Para salvar sua irmã caçula a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito e juntamente com Peeta Melark (Josh Hutcherson) desafia o sistema dominante, assim como a força dos outros oponentes. Como já era de se esperar, há um romance entre esses dois competidores que renderá muitas complicações ao longo do enredo. 

   E é ai que o segundo filme entra em ação. Em Chamas conta como a vida de Katniss virou de cabeça para baixo desde que desafiou a Capital, sendo a vencedora da 74 edição dos jogos, e trazendo consigo novamente ao distrito, Peeta. Ameaçada pelo governo e fazendo com que os distritos se rebelem, Katnisse precisa dar um jeito de mostrar a todos que não tentou vencer os jogos sozinhas, simplesmente pelo fato de estar apaixonada pelo rapaz. 

   Caso isso se torne possível e todos a achem convincente, Katnisse talvez tenha a chance de se proteger e proteger também as pessoas que ama. Será que a jovem conseguirá atingir seus objetivos? Sã muitos os acontecimentos empolgantes até o final do filme. A saga é simplesmente sensacional, os artistas são "de primeira linha", os efeitos visuais não possuem locais para serem colocados defeitos e o filme veio para "entrar na história" do cinema. Críticas mostram que o filme merece total atenção juntamente com uma boa análise, principalmente por parte de seus fãs. Com toda a certeza vale a pena conferir!! 

O Grande Gatsby

   Não podia deixar de fazer uma crítica sobre um dos meus filmes preferidos. A quarta versão de "O Grade Gatsby" foi lançada esse ano e me surpreendeu muito positivamente. O filme é dirigido por Baz Luhrmann, o qual foi muito ousado em colocar um toque de contemporaniedade em um dos maiores clássicos da literatura. Felizmente, essa grande ousadia fez com que o filme entrasse na minha lista de preferidos.
 
 Logo no inicio somos maravilhados com a super produção das festas, o excesso de cores, um certo humor e a mistura de musica clássica com rap e musica internacional contemporanea. A história gira em torno de Nick (Tobey Maguire) e sua curiosa relação de amizade com Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio). Gatsby possui o objetivo final de reencontrar e reconquistar o amor da sua vida: Daisy (Carey Mulligan). Como Nick é primo da mesma, Gatsby conta com sua ajuda para promover o reencontro dos dois.
 
 
 
O filme possui um roteiro muito longo, mas sua magia nos envolve e não o torna cansativo, muito pelo contrario, saímos do filme com um gostinho de quero mais. Além disso, não tem como não gostar de um filme muito bem produzido, com um elenco de cair o queixo e uma história de "amor proibido".





Hitchcock

    Hoje vou falar de um filme não tao recente, do começo de 2013. Hitchcock é uma obra com aproximadamente 1h e  30min de duração, que conta a história por trás da realização do filme Psicose (1960), um dos maiores sucessos na carreira do cineasta.

     Com um ar meio biográfico, o enredo do filme se baseia nada mais nada menos do que no enredo de outro. O filme revela os bastidores desse clássico e começa pelo fato de que mesmo no auge de sua carreira, Hitchcock não conseguiu apoio para realizar sua obra, porque os estúdios não tinham o interesse de investir em um pequeno filme de terror.

    
    Alfred então, começou uma produção independente que demorou séculos para decolar. O mesmo contou com baixo orçamento, com dificuldades para transpor as barreiras de censuras estadunidenses devido as cenas de violência e nudez, com problemas de saúde, com brigas entre ele, sua esposa e o elenco, e contou ainda com diversos obstáculos que surgiram ao longo das filmagens. O que ninguém esperava era que Psicose se tornasse uma referência no cinema mundial. 

    Mesmo contanto com atores brilhantes e extremamente competentes como Anthony Hopkins, Helen Mirren, Jessica Biel e Scarlet Johanssen, confesso que fiquei um pouco decepcionada com o que vi, e para mim o tempo em que eu estava na sala do cinema pareceu o triplo do que realmente foi. Talvez isso tenha acontecido pelo simples fato de que o gênero do qual o filme faz parte, não me agrada muito.

    Críticas sobre a trama o entanto, são muito positivas, afirmando ser a mesma inteligente e divertida, Sendo assim, para os fãs do cineasta, que querem descobrir mais a respeito de sua carreira, dar uma conferida não seria nada mal. 

A série, Dexter, chega finalmente ao fim!


A  famosa série televisionada nos estados unidos, Dexter, terminou no dia 22 de setembro de 2013.

A série possui uma história do ator principal Dexter Morgan (Michael C. Hall), que trabalha como especialista em dispersão de sangue no departamento da polícia de Miami. Porém, Dexter não é uma pessoa qualquer, durante a noite não leva uma vida comum, o misterioso personagem esconde um segredo de ser  um assasino em serie.


O programa estreiou no dia 1 de outubro de 2006 no canal americano ShowTime, mas só foi televisionado no brasil pela primeira vez em 2007. Para a tristeza dos milhares de fãs esta chegou ao seu fim apos 8 temporadas.


A ultima temporada contou com alguns nomes conhecidos: a britânica Charlotte Rampling como Dra. Evelyn Vogel, no papel de uma psiquiatra especializada em psicopatas e a australiana Yvonne strahovski como Hannah McKay, ex-namorada de Dexter.




O autor se despiu do personagem e só guarda boas lembranças e algumas coisinhas mais, " O crachá de identificação que Dexter usava no trabalho e o relógio que usei ao longo das oito temporadas. Não sou muito sentimental com essas coisas, mas todo mundo me incentivou a pegar algo e me disseram que eu iria me arrepender se não o fizesse" completou.

Apesar de ter  mantido seu publico fiel, Dexter não conseguiu continuar o ritmo da primeira temporada que atraiu tanto espectadores. A história se repetiu durante 96 longos episódios, se tornando algo muito monótono. Assim, a série se despede com um gostinho de "ja vai tarde".